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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Palavras de alguém

Nunca imaginei que teria contacto com um pouco mais do que via e ouvia de sua boca, e agora algo mesmo sem forma, meio escondido, meio sem querer, sai de seus dedos que devem sangrar a medida que algo mais claro queira sair.

quando meu ser usa de sua linguagem própria,
transformo o grito em versos.
assim ele fica estampado diante dos olhos.
um grito bem trabalhado não apenas desafoga o coração
quanto agrada a um eu leitor.
o escritor faz convites a mundos outros
empresta seus óculos a quem quiser...
quem não tiver medo de turbulências e mudanças de tempo,
e souber navegar bem dentro de si
que se aventure no texto.

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